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Pacote de castrações

29 out

Boooom dia gente bonita!

Olha, é só terça feira mas a coisa tá pegando fogo por aqui! Ontem levamos ração pra bicharada da Dona Maria e em seguida fomos na reunião do lançamento da II Caminhada Videira Voluntária, conhecemos algumas da entidades que participarão e em breve vamos divulgar mais dados, já sabemos que será dia 01/12!

Olha só! Temos fotos dos animais castrados neste último pacote de castrações!!

Não brincamos em serviço não minha gente hehe

Fazemos o que está ao nosso alcance, não conseguimos abraçar tooooda uma cidade, infelizmente mas fazemos a nossa parte!

Temos fotos de 3 por enquanto, e foram castradas mais  3 cadelas de santa gema e mais uma gata branca.

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Lembrando que:  nossos animais que estão para adoção são entregues castrados somente no caso de ser adultos!

Pra quem quer colaborar com a associação mas não sabe como: APADRINHE UMA CASTRAÇÃO e nos ajude a diminuir o nº de animais abandonados e criando constantemente pelas ruas da nossa cidade.  #ficadica

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“animais perdem a ‘alma’ nos zoos “

25 out

Fonte: Terra

Amados por algumas pessoas, os zoológicos são odiados por certos grupos de proteção aos animais e dividem especialistas sobre a sua função. Se por um lado ajudam na reprodução de espécies ameaçadas de extinção, por outro os críticos afirmam que esses animais, após poucas gerações, perdem o seu comportamento natural e não sabem mais viver no seu habitat selvagem.

Convidados pelo Terra Ciência, Sônia Teresinha Felipe, doutora em filosofia moral e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e Marcelo Linck, biólogo do zoológico de Sapucaia do Sul (que recentemente se envolveu em uma polêmica ao anunciar a compra de girafas para o lugar da última que vivia no estabelecimento e morreu em setembro), apresentam seus argumentos contra e a favor da existência e do papel dos zoológicos.

Entrevista com Sônia T. Felipe

Até que ponto os zoos realmente ajudam os animais? 
Sônia T. Felipe – Os zoos são centros de confinamento completo de animais. Só por essa sua característica podemos ver que não ajudam em nada os animais ali confinados. Não há animal que possa estar bem a seu próprio modo enclausurado num espaço artificialmente construído por humanos para detê-lo lá.

Eles realmente auxiliam na reprodução e preservação de espécies raras? 
Sônia T. Felipe – O que os zoos fazem é procurar a reprodução biológica de espécies ameaçadas de extinção. Mas, quando falamos em preservar espécies não pensamos que uma espécie seja constituída apenas por sua bagagem genética. Cada espécie animal precisa de um espírito específico, que permita a preservação daquele tipo de vida de forma autônoma. Isso os zoos não podem fazer. No máximo, o que eles preservam, é o banco genético.

Ao serem mantidos no cativeiro por tempo muito longo, refiro-me aos indivíduos da primeira geração posta em confinamento, os animais apagam pouco a pouco a memória que constituía seu “espírito” específico. Se duas ou três gerações são mantidas nesse cativeiro, não resta conhecimento algum que permita aos jovens nascidos em confinamento saber interagir no espaço natural e social que seria próprio de sua espécie de vida.

Guardamos, assim, o patrimônio genético, que é matéria biológica. Matamos o patrimônio genuinamente “animal” dessas espécies. Temos apenas “organismos” destituídos de “mente” específica. Por esse motivo, reproduzir animais em zoos não garante que sua espécie de vida seja preservada. Insisto: manter um corpo funcionando não é tudo quando se trata da riqueza espiritual que cada espécie viva representa.

Quais são as consequências para o animal aprisionado em um ambiente que não se assemelha ao seu habitat natural?
Sônia T. Felipe – Se for mantido para o resto de sua vida nesse cativeiro, perderá sua alma. Se for solto depois de algum tempo num ambiente estranho, terá de refazer seu aprendizado para poder sobreviver. Se seus descendentes não tiverem a oportunidade de aprender com ele/ela a sobreviver com os recursos naturais e sociais próprios de sua espécie, de nada adiantará ter preservado apenas sua bagagem genética.

Ao contrário do que costuma ser afirmado ainda por muita gente, a mente dos animais, analogamente à nossa, se constitui na liberdade física que o animal exerce de mover-se para autoprover-se num ambiente onde os limites desse movimento não são impostos seguindo um padrão que interessa aos propósitos humanos. A inteligência dos animais confinados se esvai assim que eles não podem mais usá-la para se autoproverem e proverem os seus.

O debate sobre a questão ética envolvendo zoos está crescendo no Brasil? 

Sônia T. Felipe – Acho sinceramente que sequer começou a ser feito com rigor. Os zoos são uma invenção dos invasores, especialmente os europeus, que sequestravam os animais das regiões onde impunham seu domínio tirânico para expô-los ao olhar dos curiosos nos grandes centros urbanos europeus. Hoje, esse costume está completamente superado, tanto do ponto de vista científico quanto ético. Nada aprendemos sobre a natureza de um animal quando o vemos por detrás de grades de ferro, isolado, infeliz e distante do ambiente que seria próprio ao seu caráter.

Com o avanço tecnológico e com o aprimoramento ético dos cientistas que estudam os animais, já não faz sentido algum tirar o animal de seu ambiente, colocá-lo em uma jaula e ficar observando seus gestos e atos. Nada disso faz sentido quando queremos saber algo da mente de um animal. Os melhores estudos animais são feitos in loco. Os maiores etólogos convivem por duas ou três décadas com os animais no ambiente natural e social deles, não nos ambientes humanos. Tudo o que se escreveu até hoje sobre os animais, com observação deles em jaulas, gaiolas e cercados não diz nada do que se passa na mente deles, diz-nos apenas o que se passa na mente bronca dos humanos que assim procedem.

Os zoos só fariam sentido, hoje, se transformados em hospitais de custódia para animais feridos ou ameaçados, que poderiam ser protegidos por tempo determinado, até que pudessem ser devolvidos ao seu ambiente natural. Mas, nesse caso, nenhum zoo deveria ser aberto à visitação pública, do mesmo modo que hospitais e unidades de tratamento intensivo humanos não são centros de exposição ou visitação públicas. Se temos curiosidade para saber como uma determinada espécie animal se move na natureza, melhor ver os filmes feitos por cientistas que abandonaram a vida nas cidades para dedicarem-se integralmente ao estudo da vida animal.

Filmes são hoje um substitutivo mais que eficiente para os zoos. É tempo de criarmos “zoos virtuais”, usando as filmagens feitas por milhares de cientistas e cinegrafistas ao redor do planeta. Com essas filmagens podemos ver cada espécie, do modo como copula ao modo como nasce e morre, passando por todos os eventos que constituem sua vida propriamente dita.

Assita: A Engrenagem

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Nossa Layla foi adotada!

12 set

 

 

 

2013-08-15 13.18.11

Bom diiiiiiia pessoas do bem!

Essa semana uma das nossa menininhas foi adotada por uma família de Pinheiro Preto.

A Layla, confira a história dela https://associacaoprotetoranimaisvideira.wordpress.com/2013/08/05/layla-%E2%99%A5-para-adocao/

O Ricardo veio buscar ela na segunda feira a noite, deu uma choradinha no carro na hora de ir mas foi tudo tranquilo.

Hoje cedo a Dona Lurdes me ligou pra contar que a bonita está ótima, feliz e adora colo! A mãe dela adorou, todos gostam dela… e não tem como não gostar haha pois é um docinho!

Agradecemos pela procura e pelo ato de bondade e amor.

ADOTE você também! Conte-nos sua história 🙂

Patrocínio V Cãominhada – 06/10/13

9 set

 

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Nossa coluna semanal!

3 set

coluna

Sabem que dia é hoje?

28 ago

 

No dia 28 de agosto de 1985 foi decretado o Dia Nacional do Voluntário. A data busca reconhecer e destacar o trabalho das pessoas que doam tempo, trabalho e talento, de maneira voluntária, para causas de interesse social e para o bem da comunidade.

Voluntário é a pessoa que realiza determinada ação de livre e espontânea vontade. Também é comumente interpretado com o significado de trabalho sem fins lucrativos.

O voluntariado é o conjunto de ações de interesse social e comunitário em que toda a atividade desempenhada reverte a favor do serviço e do trabalho. É feito sem recebimento de qualquer remuneração ou lucro. É uma profissão de prestígio, visto que o voluntário ajuda quem precisa, contribuindo para um mundo mais justo e mais solidário.

 

PARABÉNS VOLUNTÁRIOS!

Especialmente aos voluntários da APANVI!

II MANIFESTAÇÃO CRUELDADE NUNCA MAIS

13 ago

 

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LEVEM CARTAZES E SEUS PETS! VAMOS PRA RUA POR ELES!!

 

Junte-se a nós e lute por eles! Vem pra rua pelos animais!
Participe desse protesto pacífico!
Informações no site: www.crueldadenuncamais.com.br

II MANIFESTAÇÃO CRUELDADE NUNCA MAIS
Dia 18 de Agosto de 2013 – Em todo o Brasil!
Informações no site: www.crueldadenuncamais.com.br

O Movimento Crueldade Nunca Mais, desde a manifestação em 22/01/12, tem como único foco o Aumento das Penas para Crimes Contra Animais.

Estamos trabalhando ativamente na tramitação do Novo Código Penal (PLS 236/12), desde sua elaboração e, juntamente com o apoio maciço da sociedade, conseguimos que as penas para estes crimes fossem quadruplicadas no projeto de lei, e ainda foram criados outros tipos penais criminalizando abandono, rinhas, transporte inadequado, etc. Mesmo assim queremos que as penas sejam elevadas ainda mais .

O referido projeto de lei deverá ir a votação no Senado em Setembro, mas já recebeu emendas para que as penas para crimes contra animais sejam diminuídas. A sociedade não vai aceitar tamanho retrocesso!
Chegou a hora de irmos para as ruas novamente!

Apoiamos todos os movimentos em defesa dos animais, mas o Crueldade Nunca Mais trabalha focado no aumento das penas, pois acreditamos que a única forma de diminuir a incidência de crimes contra animais é a certeza de punição. Por isso convocamos a sociedade a sair conosco às ruas mais uma vez, e lutar conosco pelo aumento ou, no mínimo, a manutenção das penas propostas, em um projeto de lei que já tramita no Congresso Nacional.

Leis mais rígidas e punição severa para quem comete crimes contra animais, é o que a sociedade espera.

 

 

E quem diz que a gente para?

12 ago

Minha nooooossa, que correria minha gente!

pedágio dia 03

bazar em Fraiburgo dia 10

manifestação dia 18

feijoada dia 25…

Fora as denúncias que temos para averiguar, os animais que temos que socorrer, as casas de passagem que temos que auxiliar,  as adoções, estamos correndo atrás de uma cadeira de rodas pro Astro, tentando construir um canil em uma das casas para melhorar a qualidade da estadia dos nossos pequenos e assim poder acolher mais alguns…

e fora a vida de cada um fora da associação né? Casa, marido, filhos, aula, bichos…  mas vamo que vamo que quando tem quem depende da nossa ajuda sempre dá um tempo de fazer algo mais!

uuufaaa..

Somando pedágio e bazar totalizamos 980,45 que vão ajudar a pagar as despesas veterinárias que temos com cada animal recolhido.

Agradecemos a quem comprou os adesivos e quem compareceu no bazar e principalmente aos voluntários!

 

Boa semana!

pink

 

Coluna da APANVI – Jornal Folha

8 ago

 

 

coluna

Eutanásia – o dilema.

8 ago

Despedir-se do animal de estimação não é nada fácil. E mesmo diante de um diagnóstico de uma doença incurável e que pode impor uma má qualidade de vida, o apego e sobretudo o amor pode levar o proprietário a lutar até os últimos momentos para tratá-lo. No entanto, em alguns casos a orientação dos médicos veterinários é quase sempre a mesma: a eutanásia. Um método que, mesmo prometendo uma morte sem dor, ainda é bastante rejeitado pelos tutores, seja pela dúvida ou falta de informação.

O termo eutanásia (do grego eu= bem, bom; thánatos=morte) é referente à morte sem sofrimento. É uma prática pela qual se interrompe o sofrimento de um indivíduo portador de moléstia incurável. Esta é uma prática mundialmente discutida quando relacionada à espécie humana, sendo proibida sua realização na maior parte do mundo. Na medicina veterinária, esta prática é utilizada para interromper o sofrimento de um animal em decorrência de processos muito dolorosos ou incuráveis e, diferentemente do que acontece com a espécie humana, este procedimento pode ser indicado pelo médico veterinário, de acordo com a legislação vigente.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) a eutanásia é considerada como “Cessação da vida animal, por meio de método tecnicamente aceitável e cientificamente comprovado, observando sempre os princípios éticos”. Para garantir o bem-estar, o procedimento deve atender a alguns princípios básicos definidos no Guia Brasileiro de Boas Práticas para a Eutanásia. E entre eles está a garantia da ausência de dor ou desconforto ao animal.

Segundo a Resolução N° 1000, de 11 de maio de 2012, a realização da eutanásia em animais está restrita a situações em que não há possibilidade de outras medidas alternativas, devendo apenas ser indicada pelo médico veterinário, quando:

I – o bem-estar do animal estiver comprometido de forma irreversível, sendo um meio de eliminar a dor ou o sofrimento dos animais, os quais não podem ser controlados por meio de analgésicos, de sedativos ou de outros tratamentos;

II – o animal constituir ameaça à saúde pública;

III – o animal constituir risco à fauna nativa ou ao meio ambiente;

IV – o animal for objeto de atividades científicas, devidamente aprovadas por uma Comissão de Ética para o Uso de Animais – CEUA;

V – o tratamento representar custos incompatíveis com a atividade produtiva a que o animal se destina ou com os recursos financeiros do proprietário.

A decisão deve, na medida do possível, deixar de lado a “paixão” para que possamos enxergar e analisar a qualidade de vida que o animal terá. Mesmo assim, essa é uma análise bastante subjetiva. Quando um cão perde completamente a mobilidade das patas traseiras, muitos donos crêem que viver se arrastando ou atrelado a um “carrinho de rodas”, não seja uma vida feliz para um animal. Outros consideram um crime o sacrifício e se dispõem a cuidar do cão, movendo-o sempre que preciso, levando-o para defecar e urinar, ou providenciando um “carrinho de rodas”. São visões diferentes e temos que respeitar a opção de cada proprietário.

Devemos tomar cuidado, entretanto, para que o amor pelo animal não se transforme numa obsessão. E a obsessão leve o dono a ser cruel, sem perceber, mantendo o animal ao seu lado mesmo que isso custe a dor e sofrimento do cão…

Se um dia você se encontrar numa situação em que tenha que decidir pela vida do seu animal, converse com o veterinário e se informe sobre todas as possibilidades de tratamento, tempo de sobrevida e, principalmente, a qualidade de vida que o cão terá. Se ainda estiver em dúvida, consulte um outro profissional, até se sentir seguro da sua decisão. Devemos lutar até o fim pela vida, dar todas as chances a ela.

Porém, quando isso não for possível, aliviar o sofrimento também é uma forma sublime de amor pelo animal.