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Você disse VACINA??

18 maio

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Eu seeeei… uma vez por ano tenho que tomar, mas não gosto, dói! Se bem que se ficar doente vai doer muito mais né?

Leiam as dicas abaixo, não esqueçam de vacinar seus aumigos e aMIMIgos!

 

Todos os cães e gatos precisam ser vacinados.

Mas quais vacinas aplicar? Quando? Até qual idade?

Inicialmente, é importante lembrar que para um animal responder bem à vacinação e ficar protegido, é necessário que ele esteja em boas condições de saúde e nutrição. Não se deve vacinar animais estressados, doentes, parasitados ou que apresentem carências nutricionais.

Os filhotes recém nascidos  possuem capacidade de responder imunologicamente a diferentes vacinas, mas essa resposta é inferior do que aquela em animais adultos. Quando eles mamam o leite materno nos primeiros dias após o parto (este leite se chama colostro), os anticorpos do colostro impedem uma imunização adequada  entre o nascimento e o desmame (ocorre aproximadamente com 10 semanas).
Estes anticorpos maternos no filhote  atrapalham a resposta vacinal, mas não são suficientes para prevenir uma doença.
Por esta razão,  iniciamos a vacinação dos filhotes entre seis e oito semanas de vida e repetimos as aplicações com intervalos de 3 a 4 semanas até 14 ou 16 semanas (4 meses). Este esquema aumenta a chance de evitar doenças contagiosas desde a fase que a imunidade materna estava presente até o momento que o filhote tiver a capacidade de responder bem ao estímulo vacinal.

Há muitos anos, nós veterinários, recomendamos reforços anuais de vacinas contra raiva, cinomose, parvovirose, panleucopenia entre outras. Esses reforços exerceram um papel importante na prevenção de doenças em cães e gatos.

Recentemente, surgiram questões para refletirmos.

Todas as vacinas necessitam de reforços anuais? Estamos vacinando cães e gatos exageradamente? Essas vacinas podem causar danos ?

Essas perguntas precisam de muita reflexão e não existe uma resposta única para todos os animais.

O que determina se uma vacina precisa ou não de reforço, é a duração da imunidade causada por ela. Esta duração é variável para cada doença, sendo longa para cinomose, parvovirose, adenovirose e panleucopenia, e curta (apenas alguns meses), para a leptospirose. Assim o grau de proteção é diferente para cada doença.

Como as vacinas costumam ser múltiplas (mais de uma doença em uma única aplicação) e os estilos de vida dos animais completamente diferentes, existe um protocolo, comum a todos os animais.

CÃES – 3 doses da vacina múltipla (óctupla ou déctupla – cinomose, hepatite, parvovirose, adenovirose, parainfluenza, coronavirose e leptospirose), sendo a primeira dose entre os 45 e 60 dias e reaplicações com intervalos de 3 a 4 semanas.

O filhote só pode sair para passear na rua e se expor ao risco de contato com doenças após o término do esquema de vacinação, aproximadamente aos 4 meses de vida.

GATOS – 2 a 3 doses da vacina tríplice ou quádrupla (rinotraqueíte, calicivirose e panleucopenia e mais a clamidiose, na quádrupla), iniciando aos 2 meses e repetindo com intervalos de 3 a 4 semanas.

ANTI-RÁBICA – em geral, é aplicada na mesma data da última dose de vacina do protocolo dos filhotes. No Brasil, deve-se repetir a vacinação anualmente, durante toda a vida do animal.

Existem outras vacinas disponíveis para prevenir doenças em cães e gatos.

CÃES: “Tosse dos Canis” (saiba mais em http://www.bichosaudavel.com/gripe-canina-ou-tosse-dos-canis/), giardíase e alguns protocolos recomendam a aplicação da vacina contra Leptospirose a cada 6 meses.

A Leishmaniose é uma zoonose importante e precisa ser evitada – já existe uma vacina que pode ser aplicada em cães saudáveis e acima de 4 meses de idade. É fundamental realizar um exame de sangue antes da vacinação – somente animais negativos podem ser vacinados. O esquema de vacinação consiste em 3 doses com intervalo de 21 dias entre elas. A revacinação é anual.

Saiba mais em http://www.bichosaudavel.com/leishmaniose-visceral-canina-precisamos-evitar/

GATOS: Leucemia Felina e Clamidiose.

A eficácia destas vacinas é variável e, em geral a resposta ao tratamento é satisfatória.

As reações indesejáveis à vacinação costumam ser de hipersensibilidade (edema na face e coceira), dor local e/ou febre, mas também podem ser graves como a formação de tumores no local da aplicação (sarcoma principalmente em gatos) e doenças auto-imunes.

Os idosos, apesar de já terem sido vacinados muitas vezes, também são suscetíveis às viroses, especialmente à cinomose.

Os esquemas  vacinais devem ser estabelecidos pelo(a) veterinário(a) considerando os hábitos e a saúde de cada  cão e gato. Isto é, o risco de exposição à doença em questão e a probabilidade de ocorrer uma reação indesejada.

Uma das vantagens da vacinação anual é a avaliação clínica do animal e a prevenção de doenças futuras, na visita veterinária.

Converse com seu(sua) veterinário(a) de confiança e decidam qual o melhor programa de vacinação para seu(s) animal(is).

 

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Vacine seu amigo por R$20,00

26 mar

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 A Apanvi e a Vida Vet se juntaram pra combater as doenças mais graves da bicharada. Preocupados com o surto de Parvovirose e Cinomose que ocorreu em Videira no final de 2013 e inicio de 2014 e que causou muitas vitimas fatais, a Apanvi esta pagando parte da vacina e você paga a outra.

Seu peludo ta sem vacina? Ou a vacina ta vencendo? Não deixa pra depois porque o assunto é muito sério!

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R$ 20.00 a vista + 5.00 vermífugo (pequeno/médio porte) 10.00 se for de grande porte.

Não perca tempo e corre lá!

Prevenir doenças é a melhor forma de manter seu amigo por perto por muito mais tempo! Fica esperto, seja um dono cãosciente!

Lembrando, gatinhos também precisam ser vacinados ok?!

Pincherzinha resgatada

23 set

Esta pequena foi resgatada no sábado a noite por uma moça que nos ligou pedindo socorro.

Domingo pela manhã foi atendida na Vidavet e continua internada.

Como pode ser visto há uma fratura em uma das patinhas traseiras, e está assim há dias  pelo o que parece… não sabemos ainda se não há necessidade de amputar.

Ela também está com uma hérnia(obrigada pela correção Dr.a Sheila) na barriga, tanto que quem a resgatou chegou a achar que ela estivesse prenha.

São Francisco, por favor olhe por ela.

E receba em seus braços o outro cãozinho que infelizmente não conseguiu ser salvo hoje.

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A história da Nikita

27 ago

NIKITA

Recebemos um pedido de ajuda para uma cadelinha de pequeno porte que estava doente, no caso com sarna, peladiiiinha como vocês podem observar na foto.

Quem avisou não podia ficar com ela e iria viajar, queria que a deixássemos num ponto de ônibus até voltar de viagem e se ainda estivesse lá cuidaria… aham, claro…. Impossível deixar a situação do jeito que estava, principalmente quando a pequena estava sendo ameaçada.

Pois bem, pegamos a bravinha, levamos para a Vidavet, ela foi vacinada e iniciamos o tratamento para a sarna demodécica: A sarna demodécica (popularmente conhecida como “sarna negra”), é uma doença causada por um ácaro chamado Demodex canis. Este tipo de sarna não é contagiosa (ou seja, não é transmitida pelo contato direto com um cão doente). Existe uma predisposição genética para doença, que pode ser herdada da mãe, pai ou ambos, portadores da doença. Trata-se por tanto de uma doença hereditária.

Acredita-se que além dos fatores ligados a genética, fatores que causem a queda de imunidade deste animal geneticamente predisposto, também esteja ligado com a manifestação da doença.

Nikita, com nome e personalidade muito bem definida, foi para uma casa de passagem mais do que especial, era uma emergência e não tínhamos vagas!

Como ela estava fraquinha por ventura da sarna, não foi castrada e permaneceu cerca de uma semana isolada. Eeeeis que a bonitinha parou de comer, corremos para o veterinário e adivinhem: estava esperando filhotinhos! E não aparecia barriga, nada… mas explica a relutância em deixar que chegássemos perto…

Não sabemos se foi o stress que passou ou se a doença provocou o nascimento prematuro dos pequenos, eram 5… nenhum sobreviveu infelizmente.

Hoje a nossa doce Niki está felizooooona em sua, ainda, e creio que efetiva casa de passagem haha correndo atrás da Mima e rolando com a Vicky!

Ika, a Niki é grata a você que é o anjo da vida dela, você sabe só de olhar pra carinha da belezinha né? Sei que sim!

Olha como o pelo dela ficou!!!!!!

Quando dizemos que o amor cura, é por que ele realmente é capaz disso! Claro, com a ajuda do devido medicamento e acompanhamento veterinário.

Beijo Ika, afofão na Niki!

 

Eutanásia – o dilema.

8 ago

Despedir-se do animal de estimação não é nada fácil. E mesmo diante de um diagnóstico de uma doença incurável e que pode impor uma má qualidade de vida, o apego e sobretudo o amor pode levar o proprietário a lutar até os últimos momentos para tratá-lo. No entanto, em alguns casos a orientação dos médicos veterinários é quase sempre a mesma: a eutanásia. Um método que, mesmo prometendo uma morte sem dor, ainda é bastante rejeitado pelos tutores, seja pela dúvida ou falta de informação.

O termo eutanásia (do grego eu= bem, bom; thánatos=morte) é referente à morte sem sofrimento. É uma prática pela qual se interrompe o sofrimento de um indivíduo portador de moléstia incurável. Esta é uma prática mundialmente discutida quando relacionada à espécie humana, sendo proibida sua realização na maior parte do mundo. Na medicina veterinária, esta prática é utilizada para interromper o sofrimento de um animal em decorrência de processos muito dolorosos ou incuráveis e, diferentemente do que acontece com a espécie humana, este procedimento pode ser indicado pelo médico veterinário, de acordo com a legislação vigente.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) a eutanásia é considerada como “Cessação da vida animal, por meio de método tecnicamente aceitável e cientificamente comprovado, observando sempre os princípios éticos”. Para garantir o bem-estar, o procedimento deve atender a alguns princípios básicos definidos no Guia Brasileiro de Boas Práticas para a Eutanásia. E entre eles está a garantia da ausência de dor ou desconforto ao animal.

Segundo a Resolução N° 1000, de 11 de maio de 2012, a realização da eutanásia em animais está restrita a situações em que não há possibilidade de outras medidas alternativas, devendo apenas ser indicada pelo médico veterinário, quando:

I – o bem-estar do animal estiver comprometido de forma irreversível, sendo um meio de eliminar a dor ou o sofrimento dos animais, os quais não podem ser controlados por meio de analgésicos, de sedativos ou de outros tratamentos;

II – o animal constituir ameaça à saúde pública;

III – o animal constituir risco à fauna nativa ou ao meio ambiente;

IV – o animal for objeto de atividades científicas, devidamente aprovadas por uma Comissão de Ética para o Uso de Animais – CEUA;

V – o tratamento representar custos incompatíveis com a atividade produtiva a que o animal se destina ou com os recursos financeiros do proprietário.

A decisão deve, na medida do possível, deixar de lado a “paixão” para que possamos enxergar e analisar a qualidade de vida que o animal terá. Mesmo assim, essa é uma análise bastante subjetiva. Quando um cão perde completamente a mobilidade das patas traseiras, muitos donos crêem que viver se arrastando ou atrelado a um “carrinho de rodas”, não seja uma vida feliz para um animal. Outros consideram um crime o sacrifício e se dispõem a cuidar do cão, movendo-o sempre que preciso, levando-o para defecar e urinar, ou providenciando um “carrinho de rodas”. São visões diferentes e temos que respeitar a opção de cada proprietário.

Devemos tomar cuidado, entretanto, para que o amor pelo animal não se transforme numa obsessão. E a obsessão leve o dono a ser cruel, sem perceber, mantendo o animal ao seu lado mesmo que isso custe a dor e sofrimento do cão…

Se um dia você se encontrar numa situação em que tenha que decidir pela vida do seu animal, converse com o veterinário e se informe sobre todas as possibilidades de tratamento, tempo de sobrevida e, principalmente, a qualidade de vida que o cão terá. Se ainda estiver em dúvida, consulte um outro profissional, até se sentir seguro da sua decisão. Devemos lutar até o fim pela vida, dar todas as chances a ela.

Porém, quando isso não for possível, aliviar o sofrimento também é uma forma sublime de amor pelo animal.

Curiosidade: Agosto é o Mês do Cachorro Louco?

31 jul

Mês de agosto, mês de cachorro louco.
 
Você sabe qual a origem deste dito popular? 
 
Há crenças populares e acontecimentos históricos que podem nos levar a diferentes interpretações para o apelido dado ao mês de agosto.
Uma das explicações é que no período de agosto a concentração de cadelas no cio aumenta muito devido às condições climáticas. E quando as cadelas entram no cio, os cachorros “ficam loucos” e brigam para ter a fêmea.Essa briga intensa faz com que a raiva, doença que é transmitida pela saliva do animal, se espalhe mais.
 
Os animais infectados pela raiva babam bastante. Bom, mas a raiva não existe mais em Santa Catarina? Não isto não é verdade o que acontece que a raiva está controlada em Santa Catarina e desde 2006 não existe nenhum caso de raiva canina registrada, mas o vírus da raiva continua a assombrar sim os catarinenses: só pra se ter uma idéia tivemos de fevereiro a junho em 2011 três casos de raiva confirmada em rodeio.
 
A raiva bovina tem os mesmo perigos para a população que a raiva canina, só a apresentação não é a agressiva, a raiva bovina se apresenta com paralisia, o boi não consegue se levantar e também não consegue engolir, babando muito.
 
Mas o que é preciso saber sobre a raiva? 
A raiva é uma doença provocada por vírus, caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos. Transmitida por cão, gato, rato, bovino, eqüino, suíno, macaco, morcego e animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da pele lesionada por animais raivosos. 
Os animais silvestres são reservatório primário para a raiva na maior parte do mundo, mas os animais domésticos de estimação são as principais fontes de transmissão para os seres humanos. 
 
SINTOMAS NOS ANIMAIS: 
A raiva pode apresentar vários sinais clínicos, tornando-se difícil diferenciar de outras síndromes nervosas aguda progressivas. Os sinais podem incluir alterações de comportamento, depressão, demência ou agressão, dilatação da pupila, fotofobia (medo do claro), incordenação muscular, mordidas no ar, salivação excessiva, dificuldade para engolir devido à paralisia da mandíbula, déficit múltiplo de nervos cranianos, ataxia e peresia dos membros posteriores progredindo para paralisia. 
Neste estágio o animal para de comer e beber. O estágio paralítico pode durar de um a dois dias, seguido de morte por parada respiratória. O período de incubação, a partir da mordida até o início dos sinais clínicos, é variável, podendo ser de duas semanas a seis meses. Mas a partir do momento em que sejam vistos os sinais neurológicos, a doença é rapidamente progressiva, com a morte ocorrendo dentro de sete dias, na maioria dos animais. Mordidas na face, cabeça e pescoço resultam em períodos de incubação mais curto. 
 
 
VACINAÇÃO
 Vacinar os animais de estimação a partir de 3 meses de idade e depois anualmente, controlar os transmissores –morcegos, evitando, porém, contato direto com o mesmo.
Caso seja detectada a presença de morcegos em alguma região deve-se procurar iluminar áreas externas nas residências, colocar telas nos vãos, janelas e buracos e fechar ou vedar porões, pisos falsos e cômodos pouco utilizados que permitam o alojamento de colônias. Fique atento aos locais mais freqüentes onde os morcegos se alojam: Sótãos, forros, porões, pisos falsos, garagens, vãos de dilatação de prédios, casas de maquinas (elevadores), caixas de persianas, estábulos, copas das árvores, troncos ocos de árvores, cavernas e edifícios abandonados.
 Quando se deparar com um desses animais, procure não provocá-lo, nem tente capturá-lo. Afaste as pessoas e animais do ambiente onde o morcego se instalou e isole o local, se possível. Evite sempre o contato direto com qualquer tipo de morcego vivo ou morto. Caso tenha problemas procure uma orientação Médico Veterinário. 
 
O QUE FAZER COM O ANIMAL COM SUSPEITA DE RAIVA? 
O animal com suspeita de raiva deve ser isolado e ficar em observação ou sofrer eutanásia, para ser realizado um exame do cérebro e tronco cerebral em busca do vírus. Se houve exposição humana ou animal de um outro animal com sintomas clínicos sugestivos de raiva, deverá ocorrer inoculação em camundongos para verificar a presença do vírus, isto quando o exame cerebral der negativo. Esses animais (cães e gatos) que morderam seres humanos e apresentaram sintomatologia nervosa devem sofrer eutanásia e ter seus cérebros examinados para verificar a presença do vírus da raiva.
 
 

Mais um alerta sobre a Cinomose!

16 jul

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Clique na imagem para ampliar!

Não esqueçam de vacinar seus cães! Essa época fria é propícia para o surgimento da cinomose.

PREVENÇÃO É A SOLUÇÃO!

Terapias alternativas para animais de estimação

1 jul

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Fora da medicina alopática ou tradicional, existem diversas terapias que oferecem caminhos alternativos para tratar as doenças. Em geral, analisam o indivíduo como um todo, observando de maneira holística todos os sintomas que ele apresenta, tanto físicos como psíquicos, e também o ambiente em que vive, sua alimentação e relações sociais.

Entendendo seus benefícios como complemento de diversos tratamentos, cada vez mais os veterinários estão recorrendo a terapias alternativas para aumentar a qualidade de vida dos animais de estimação. Conheça algumas delas:

Homeopatia

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Sob a premissa “semelhante cura semelhante”, esta ciência (que para alguns é pseudociência), emprega ativos altamente diluídos, partindo do princípio de que as substâncias da natureza podem curar os mesmos sintomas que produzem.

Os remédios homeopáticos se aplicam a todo tipo de doenças, tanto agudas – cinomose, gastroenterite, alergias, crises respiratórias, traumatismos o abcessos – como crônicas – insuficiência hepática, renal ou cardíaca, alergias e tumores, entre outras.

Segundo Daniela Merlo, veterinária com mestrado em medicina homeopática, sua eficácia depende “da gravidade lesional das patologias e da capacidade de resposta do organismo”.

Reiki

É um sistema de cura simples e não invasivo que se baseia na energia universal para aliviar os males do paciente, canalizada pela imposição das mãos do terapeuta reiki.

Diferentemente de outros métodos, a aplicação do reiki não gera estresse para o animal, trabalhando seus seus centros de energia e pontos de dor.

“Antes das sessões, fazemos um diagnóstico pontual do problema. A imposição das mãos dura aproximadamente de 60 minutos, em diferentes partes do corpo, de acordo com a área que precisa ser tratada. O reiki é um método complementar para tratar todo tipo de doença, e também como método profilático de desintoxicação energética”, explica o veterinário Jorge Omar Rodríguez.

Florais de Bach

Por meio da ingestão de algumas gotas diárias de essências concentradas de flores, é possível controlar, potencializar ou combater certos estados de ânimo, tanto nos seres humanos como nos animais.

Para receitar os florais, o terapeuta deve verificar os problemas de comportamento do animal e também o estado emocional do dono e das pessoas com quem convive.

Acupuntura

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É uma técnica da medicina tradicional chinesa que busca restaurar a saúde e o bem-estar do paciente por meio da inserção e manipulação de agulhas no corpo.

“A acupuntura tem um efeito excelente nos animais domésticos, já que a percepção do alívio da dor e a liberação de endorfinas provocam um estado prazeroso de relaxamento e cooperação”, explica a veterinária Susana Monteverde, professora do Instituto Médico Argentino de Acupuntura e da cátedra de Fisioterapia em Cinesiologia da Universidade de Buenos Aires.

A acupuntura é recomendada para tratar patologias musculoesqueléticas ou neurológicas, como displasia, osteoartrose, hérnias de disco, paralisias e epilepsias; distúrbios gastrointestinais, como vômitos, diarreias e prisão de ventre; urinários, caso da insuficiência renal e cálculos; alterações imunológicas, como alergias; problemas respiratórios, reprodutivos e de comportamento.

Massagens

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As massagens manuais podem ajudar a aliviar problemas musculares – sejam por tensões, bloqueio energético ou falta de tônus – além de melhorar o aspecto do pelo, a circulação linfática e o sistema imunológico do animal.

Podem ser aplicadas por um profissional ou pelo próprio dono. Para isso, é preciso levar o animal a um espaço tranquilo e agradável para que se sinta relaxado. As massagens devem ser feitas com movimentos circulares, longos e fluidos, da ponta do focinho ao final da cauda, e nunca no sentido contrário aos pelos.

Confira as recomendações de Margaret Clark, especialista de um centro de massagem canina de Abbotsford:

Cabeça: fazer carícias suaves do focinho até o pescoço, usando toda a mão e as pontas dos dedos. Depois, fazer pequenos círculos com a ponta dos dedos de cada lado do rosto, no crânio e na região das orelhas.

Costas, ombros e quadris: massagear suavemente a pele dessas regiões. Em seguida, dobrar ligeiramente os dedos e sacudi-las para gerar vibrações agradáveis.

O que você achou dessas técnicas para manter seu animal de estimação mais feliz e saudável? Já experimentou alguma delas? Conte sua experiência nos comentários.

(Fonte: http://animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br)

Uso de anti concepcionais em cadelas e gatas: Um perigo á saúde delas

25 jun

Sabemos que muitos balconistas de lojas de ração indicam estes contraceptivos como o principal método de controle de natalidade para cadelas e gatas, o que nos entristece muito, visto que estes produtos são extremamente maléficos á saúde delas. Por serem opções de baixíssimo custo, acabam sendo usados muito indiscriminadamente.
Estes contraceptivos nada mais são do que hormônios, os mais usados são a medroxiprogesterona e o acetato de megestrol. Atuam no organismo da fêmea impedindo a ação do estrógeno, assim não há ovulação e não há cio também.
O que muitos proprietários de cadelas e gatas não sabem ou não se preocupam, é que em longo prazo a fêmea que faz uso destes hormônios apresentará em quase 100% das vezes câncer de mama, infecção uterina (piometra), câncer de útero e ou cistos ovarianos, causados por desequilíbrio hormonal.
Basta uma aplicação na juventude para que mais tarde, após seus 06 ou 07 anos de idade a fêmea venha apresentar um dos efeitos colaterais citados acima que são muito graves, colocando a vida da paciente em risco na maioria das vezes. Claro que para aquelas fêmeas que fazem uso regular destes produtos (a cada 06 ou 04 meses, e até mensalmente no caso de muitas gatas), a chance de desenvolvimento principalmente da piometra e do câncer de mama é praticamente certo na idade mais avançada.
Na clínica de pequenos animais é crescente o atendimento destes casos que na maioria das vezes são encaminhados ao setor de cirurgia, visto que o câncer das mamas e a piometra só são resolvidos cirurgicamente.
Infelizmente muitas pessoas pensam somente no lado comercial e prático se esquecendo ou não se importando com os efeitos colaterais gravíssimos que estes anticoncepcionais (chamados também de “vacina contra cio”) trazem ás nossas fêmeas.
Não há outra solução, para o controle da natalidade o único método eficiente que só traz benefícios é a castração precoce, antes do primeiro cio. Muitas pessoas pensam em economizar fazendo aplicação dos anticoncepcionais e mais tarde, gastam muito mais na clínica veterinária tentando resolver os problemas que eles causam.
Converse com seu médico veterinário de confiança e tire suas dúvidas. Não devemos usar anticoncepcionais indiscriminadamente em nossas fêmeas, pois assim estaremos diminuindo sua longevidade e qualidade de vida.

M. V. Jyzana Sanglard Carvalho Arantes
CRMV ES 0651

Abandono de animais – Esterilize já! Parte 1

24 ago

Vocês sabiam que para cada pessoa que nasce no mundo também nasce 15 cães e 45 gatos? Ou que UMA única cadela com uma vida reprodutiva de 6 anos mais seus descendentes poderá dar origem a 64.000 animais? Assustou-se com os números? E o que você faz para impedir esse descontrole populacional? Nada? Então está na hora de se conscientizar da importância da esterilização em animais domésticos.

Ao contrário do que muitos falam castrar é um grande gesto de amor. De quem se preocupa com os animais e quer vê-los sempre felizes, em um lar sendo bem cuidado e amado. E não abandonado pelas ruas, sofrendo maus tratos, passando fome, com medo e com frio.

Além de evitar o abandono, a esterilização ajuda na prevenção de doenças, no bem-estar desses animais e tem se mostrado o único método eficaz no combate desse descontrolado crescimento populacional.

Como se tem bastantes tópicos para falar desse assunto, vamos dividi-lo em partes para que o post fique mais leve e a gente possa explanar melhor o assunto.

Vamos começar pelos tipos de esterilização que podem ser feitos, tanto em machos como em fêmeas.

Para os machos o procedimento é mais rápido e fácil (orquiectomia). Há também uma opção de fazer a castração química, que vocês podem entender melhor clicando aqui. Já nas fêmeas é necessário um cuidado especial pós-cirurgia, pois são retirados os ovários e o útero. Já existe uma nova alternativa de castração para as fêmeas, menos invasivo e com uma recuperação mais rápida. Consulte seu veterinário e converse até tirar todas as dúvidas sobre qual procedimento é mais interessante para o seu animal.

Cachorros machos aos serem castrados ficam menos fujões, com chances menores de serem atropelados e também diminuem a necessidade de marcarem territórios com sua urina. Além de evitar desenvolver câncer nos testículos e na próstata.

Já as fêmeas se tornam mais brincalhonas, se tornam menos atrativa para os machos, o que evita fugas para o acasalamento, além do risco de câncer de mama e a piometria diminuir em 90%.

Como pudermos ver a castração traz muitos benefícios!

Aguarde os próximos post sobre ESTERILIZAÇÃO.

Lembre-se: Castre um animal hoje e poupe mais de uma vida amanhã.